É Minas Gerais,
é o vento que vem das montanhas,
Trazendo perfumes aos ares noturnos das matas.
É o tempo e o vento, é o amor dessa gente Brasil,
Dessa gente feiticeira como Drumont e Henfil...
E é da morte que eu sei, de um pássaro chamado Brasil,
e um recado de amor pela noite sem luar, pelo doce delírio
de amar...
É um canto, uma queixa, pela falta de um cancioneiro como
um facho de amor, levando minhas poesias para longe do mar,
para dentro das matas de Minas Gerais...
São sempre os mesmos compassos traçados no mapa do mundo.
É o sentimento da pátria,
ainda tão vivo... Ainda tão jovem.
Sei, são apenas migalhas, são apenas lembranças.
Sei que é preciso fazer,
que é preciso mudar,
tirar da boca as palavras que não tem mais lugar.
É como um pássaro verde da cor das matas,
É como uma cor vermelha, vermelho de amor,
Daqueles que querem aprender a voar, nas asas Brasileiras.
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