Javascript DHTML Drop Down Menu Powered by dhtml-menu-builder.com

 

CÓDIGO FLORESTAL, A LEI DO EQUILÍBRIO

Por: Clésio Andrade

CÓDIGO FLORESTAL, A LEI DO EQUILÍBRIO

O Congresso Nacional está perto de concluir uma das mais importantes regulações na defesa da preservação da vida no amplo território brasileiro, com implicações planetárias, graças à importância das nossas reservas florestais e hídricas, as maiores da Terra, sobre o clima, a diversidade biológica e, por conseqüência, da produção agropecuária, ou seja, alimentos e matérias primas.

Trata-se do Código Florestal, ora em discussão no Senado Federal, já aprovado por ampla maioria na Câmara dos Deputados – 410 votos a favor, 63 contra e uma abstenção, a partir de projeto relatado pelo deputado Aldo Rabelo (PCdoB-SP).

O Senado Federal, em sua função de casa revisora no sistema legislativo nacional, mais que ouvir correntes antagônicas de pensamento, foi buscar o conhecimento de áreas específicas: ambientalistas, produtores, juristas, economistas, urbanistas. Enfim, o maior número de especialistas em áreas que, de uma forma ou outra, pensam a questão da preservação.

Tudo em busca de argumentos mais científicos e racionais que ideológicos, para construção de um marco regulatório que promova o equilíbrio entre produzir e preservar. Um Código Florestal simples e aplicável, com instrumentos que assegurem o fim dos desmatamentos danosos, dê segurança jurídica à produção, incentive a manutenção e recuperação de biomas ameaçados.

Nesse sentido, os aperfeiçoamentos propostos pelo relator do projeto nas comissões de Constituição e Justiça, de Ciência e Tecnologia e de Agricultura do Senado, o ex-governador Luiz Henrique (PMDB-SC) são positivos. O texto agora proposto define critérios e limites, de modo a reduzir as possibilidades de questionamento jurídico, de um lado, ou arbitrariedades por parte de agentes das autoridades ambientalistas, de outro.

Ganham a segurança jurídica e a sociedade, na medida em que a evolução do projeto vindo da Câmara dos Deputados favorece e a harmonia dos entes públicos e privados em benefício da preservação ambiental e estabelece o equilíbrio entre os interesses sociais e econômicos.

O projeto do novo Código Florestal está na fase de recebimento de proposta de emendas por parte dos senadores, o que deverá aperfeiçoá-lo ainda mais. É o caso de sugestões como o melhor detalhamento do tratamento a ser dado aos pequenos produtores rurais e até mesmo de criação de um capítulo especial para a questão urbana.

Sim, pois muita gente ainda ignora que, apesar do nome, o Código Florestal afeta fortemente as áreas urbanas. As cidades têm historicamente se desenvolvido ao longo dos cursos d’água, cuja proteção é uma das prioridades da regulação proposta, que ainda dita regras sobre proteção de áreas de marinha, várzeas e manguezais.

As questões que ainda se levantam são de tal magnitude que se justifica a aprovação pelo Senado de um texto muito próximo ao sugerido pelo relator, pois consensual, para que o mesmo possa ir à rápida apreciação da Câmara dos Deputados, aprovado e submetido à promulgação pela presidente da República ainda neste ano.

Assegurada a preservação do meio ambiente e a segurança jurídica para produzir imediatas, que as demais questões sejam minuciosa e criteriosamente debatidas a seguir.

Clésio Andrade, senador por Minas Gerais e presidente da Confederação Nacional do Tranporte (CNT)

 

 


 


redesociais
Untitled Document
   

 

Gonzaga Medeiros
Os Rios na Curva da Morte

 
Fernado
Benicio

Às vezes caminho pelas ruas

 

Professor Renato
Uma experiência inesquecível

Toninho
Horta

O Primeiro contato do homem é
com a natureza

Sílvia Araújo Motta
Zeladoria do Planeta em Minas Gerais

Chico Lobo
Contra a massificação: música e
letra vindos do coração
Rogério
Zola
Santiago

Um projeto único, importante para o
 MUNDO




 
José Carlos Carvalho
Sobre as Mudanças propostas para
alteração do Código
Florestal
Paulo
Souza 
Lima

Teste
munha
Walter Dias
Manifesto H2O
Carlos
Alberto de Sousa

José Bonifácio e as árvores urbanas
Tadeu
Martins

O som do Carrão
Tião Vieira
Mistérios
José Renato
Quando pequenas atitudes fazem realmente a diferença
Ronaldo Vasconcellos
Sustenta
bilidade é palavra
de ordem
nos tempos que correm
Clésio Andrade
Código Florestal,
 a lei do Equilíbrio
 
Antonio Anastasia
Governador de Minas Gerais
Marcio Lacerda
Prefeito de Belo Horizonte
Adriano Magalhães
Secretario de Estado de Meio Ambiente
Carlos Roberto Rodrigues
Prefeito de
 Nova Lima
Heliomar Quaresma
Presidente
da
FUNDAMIG
Martinho da Vila
Descobri a mineira
Serra
 do Rola
Moça
Saulo
Laranjeira

Quando resolvemos escolher a Jardineira
Julio Nery
As belezas naturais do
 P. E. Serra
do Rola Moça
José Fernando Coura
O Parque Estadual da Serra
do Rola-Moça
Laércio
Marinho Dias

O Prefeito
de Ibirité
Valmir José Fagundes,
Major PM

O P.E Serra
do Rola Moça possui
grande valor ambiental
Vereador Léo Burguês de
Castro

Magnifi
camente retratado neste livro
Murilo
Domingos Duarte
Técnico
de Meio Ambiente

A parceria
em prol da preservação da bio-
diversidade
Seu Ribeiro
Seu Ribeiro
Compositor, violonista, violeiro, Eu venho do
pé da serra

 
Anderson Loboo
(pescador de Lua, admirador de cosmos e astronauta nas horas vagas).
sobre o pôr-do-sol
Wenderson Cardoso
A Educação Ambiental
como
 interface e instrumento
 de ensino e aprendi-
zagem socio
ambiental
 para a preservação
e conservação
Maria da Penha Mendes Furquim Werneck
APIRACEMA: ALEVINOS, PEIXES E GENTE – Por uma Cultura da Vida
Sob a perspectiva da Educação Ambiental
Whistefanni Sebastião
Educação Ambiental não pode ser comparativa
Mauro Costa Val
O ouro azul não tem preço
Washington Araújo
Rio+20: A falta que faz a fagulha da consciência humana
 
 
 
 


 


News Letter
Nome:
E-mail:



 
Untitled Document

  Zeladoria do Planeta

Política de Privacidade

Filiação

Mapa do Site

Faça do Link Minas sua home page

Anuncie

Contato